terça-feira, 14 de maio de 2013

Cancioneiro do espadachim embriagado



Hoje  a lua me chama e eu vou
As luzes irradiando  por todos lugares
E eu sedenta  e destemida me deixo levar
Por que minha consistência é de estrelas
Preciso estar no céu  a flutuar

Hoje o vento me chama  e eu vou
Carregada pela necessidade de fluir
De  deixar fluir por mim as energias vitais
Eu  feliz me deixo levar  como o sonho
Feita da magia do amanhecer

O amanhã  me chama para perto de si
E eu vou caminhando  sem cansar
Com minha bagagem de sonho  e esperança
Uma garrafa de ilusão me embriaga os sentidos
Vou aonde o amanhã me chama
Acordo empoeirada , a beira da estrada
Pensando se o amanhã também não foi ontem.

Um comentário:

  1. Você já havia comentado comigo a respeito desses versos, Caroline, principalmente por causa do título que você disse que lembrava a maneira como escolho os títulos de meus poemas. E ler o que você escreve é mergulhar no poder dos elementos da natureza e na influência que os mesmos exercem em sua vida e em sua escrita, sempre moldando suas vontades, seus desejos, seus sentimentos de uma maneira única, lírica e especial. Você tem sua própria desenvoltura literária e poética.

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