Hoje a lua me chama e eu vou
As
luzes irradiando por todos lugares
E
eu sedenta e destemida me deixo levar
Por
que minha consistência é de estrelas
Preciso
estar no céu a flutuar
Hoje
o vento me chama e eu vou
Carregada
pela necessidade de fluir
De deixar fluir por mim as energias vitais
Eu feliz me deixo levar como o sonho
Feita
da magia do amanhecer
O
amanhã me chama para perto de si
E
eu vou caminhando sem cansar
Com
minha bagagem de sonho e esperança
Uma
garrafa de ilusão me embriaga os sentidos
Vou
aonde o amanhã me chama
Acordo
empoeirada , a beira da estrada
Pensando
se o amanhã também não foi ontem.

Você já havia comentado comigo a respeito desses versos, Caroline, principalmente por causa do título que você disse que lembrava a maneira como escolho os títulos de meus poemas. E ler o que você escreve é mergulhar no poder dos elementos da natureza e na influência que os mesmos exercem em sua vida e em sua escrita, sempre moldando suas vontades, seus desejos, seus sentimentos de uma maneira única, lírica e especial. Você tem sua própria desenvoltura literária e poética.
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